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Mostrando postagens com o rótulo Notícia

2024: O QUE TEM DE NOVO?

  Quando fazemos esta pergunta diante do findar de 2023 e o início de 2024, a resposta é logicamente clara: NADA. Paradoxalmente, não há nada de novo no ano novo! Contudo, se chama “ano novo” porque são oportunidades novas de se ver e viver a vida. Isto sim. Objetivamente as coisas são as mesmas, mas subjetivamente, podemos ser mais para os demais. Recomeçar um ano é recomeçar a vida e a esperança que há em nós a fim de construirmos um mundo mais justo, humano e fraterno. Assim, nos coloquemos diante de Maria Santíssima, Mãe de Deus e nossa a fim de que ela nos ensine a sempre fazer o que Jesus nos disser (cf. Jo 2, 5). Que 2024 seja um ano de novas atitudes cristãs de amor, caridade, justiça e paz. É o que queremos; é o que precisamos! “O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti! O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!” (Nm 6, 25-26). “É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre” (Carlos Drummond de Andrade)

Papa Francisco: “a Igreja é mulher”

  Papa Francisco: “a Igreja é mulher”   No último dia 30 de novembro o Papa Francisco, na audiência com os membros da Comissão Teológica Internacional, deixou de lado o seu discurso escrito para falar, ainda que com dificuldades, espontaneamente. Em uma de suas falas afirmou: “Se não entendermos o que é uma mulher, o que é a teologia de uma mulher, nunca entenderemos o que é a Igreja. Um dos grandes pecados que cometemos foi "masculinizar" a Igreja.” Contudo, deixa claro também que “Isso não é resolvido pela via ministerial; isso é outra coisa”, ou seja, ele não está falando de ordenar mulheres. Deixemos a polêmica um pouco de lado de centremos o nosso foco ao que é urgente: “A Igreja é mulher, a Igreja é noiva. E essa é uma tarefa que peço a vocês, por favor. Desmasculinizem a Igreja” [1] , adverte o pontífice. De fato, "Igreja" é um substantivo feminino. Maria Santíssima é a imagem da Igreja e vice-versa. Não tem como afirmar outra coisa. Em sua homilia na c...

Nova Edição Típica do Missal Romano

  UM NOVO MISSAL?   Luis Gustavo da Silva Joaquim   Primeiramente, é preciso deixar claro que não se trata de um novo missal, isto é, a Igreja não mudou suas orações e tampouco fez alterações substanciais. Todavia, se trata de uma nova edição do mesmo e único Missal, com sua devida tradução e adequação para a Língua Portuguesa devidamente revisada. Tudo isso se deve ao trabalho dos bispos da CNBB. Neste ano de 2023, torna-se também simbólica esta publicação por conta dos 60 anos de publicação da constituição Sacrosanctum Concilium , bem como dos 50 anos da entrada em vigor da primeira edição do Missal Romano (no Primeiro Domingo do Advento do ano de 1973). Sobre esta nova edição títpica, isto é, a terceira, o Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos aprovou em 17 de março do corrente ano, mas é um trabalho que vem acontecendo desde o início da década de 2000. Para esta edição foi levado em consideração três aspectos desafiadores: 1. ...