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Mostrando postagens de julho, 2022

Dia de São Pedro Poveda 2022

  DIA DE SÃO PEDRO POVEDA 2022 Liturgia: Jr 18,1-6 | Sl 145(146),1-2.3-4.5-6 (R. 5a) | Mt 13,47-53   A parábola que ouvimos hoje no Evangelho, fala da rede que, lançada ao mar, “apanha toda a espécie de peixes” (Mt 13,   47). Trata-se, sem dúvidas, de uma parábola escatológica, isto é, fala do fim dos tempos, em que seremos julgados e separados. Ademais, como na rede se encontram peixes bons e peixes ruins, assim também na Igreja há quem viva e acolha a palavra de Jesus, e há quem a recuse ou permaneça indiferente. A questão é: qual desses dois grupos nós pertencemos? Nós somente seremos portadores da bondade divina na medida em que nos deixarmos ser moldados como o barro nas mãos do oleiro, como propõe a primeira leitura. Ora, não somos perfeitos, é verdade, somos barro! Todavia, nosso oleiro é o próprio Deus; ele sim é perfeito e pode nos moldar conforme sua vontade até que fique bom aos seus olhos (cf. Jr 18, 4). É preciso, portanto, que permitamos ser mold...

Virgem Maria, mãe de Deus

  VIRGEM MARIA, MÃE DE DEUS Primeiro dia do Tríduo em louvor a Nossa Senhora do Carmo   1ª LEITURA: Gl 4,4-7 Irmãos: 4 Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sujeito à Lei, 5 a fim de resgatar os que eram sujeitos à Lei e para que todos recebêssemos a filiação adotiva. 6 E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abá - ó Pai! 7 Assim já não és mais escravo, mas filho; e se és filho, és também herdeiro: tudo isso, por graça de Deus.   EVANGELHO: Lc 2,15b-19 Naquele tempo, 15 [...] os pastores disseram entre si: “Vamos a Belém ver este acontecimento que o Senhor nos revelou”. 16 Os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado na manjedoura. 17 Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino. 18 E todos os que ouviram os pastores ficaram maravilhados com aquilo que contavam. 19 Quanto a Maria, guardava tod...

MIOPIA DA ALMA

Raimundo passou. Passou e não viu. Feriu e não sentiu. Cumprimentou e não sorriu. Miopia da alma!   Era o ego inchado. O amor acabado. A sensibilidade afetada numa alteridade ferida. Era como o sacerdote e o levita.   Mas num mundo febril um bom samaritano não se viu. Isso é a miopia da alma! Quando o coração fala: “morreu para a dor do mundo”.   Um dia Raimundo passou. Parou. Viu. Sentiu. Sorriu. E não vive mais no profundo do seu ego imundo. Pois já não quer mais ser o velho Raimundo.